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Chuvas intensas no Rio Grande do Sul afetam produção de frutas e hortaliças

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Colheitas de cebola, cenoura e maçã fuji enfrentam problemas sérios devido às fortes chuvas e inundações –
Chuvas intensas no Rio Grande do Sul afetam produção de frutas e hortaliças

As chuvas intensas que atingiram o Rio Grande do Sul recentemente causaram danos significativos à produção de frutas e hortaliças, conforme apontam pesquisas do Hortifrúti/Cepea. O setor enfrenta diversos problemas, desde a perda de qualidade dos produtos até a dificuldade em escoar a produção devido a estradas intransitáveis.

Um dos casos mais críticos é o da cebola. A região de Porto Xavier (RS), que serve como importante ponto de entrada para cebolas importadas, viu o cenário das importações mudar drasticamente por conta do mau tempo. Colaboradores do Hortifrúti/Cepea relatam que os bulbos importados têm perdido qualidade devido à alta umidade e ao tempo prolongado de espera para transporte. Além disso, a travessia de balsas, que ainda estava em operação até a última sexta-feira (3), corre o risco de ser interrompida, comprometendo o escoamento das cebolas para outras regiões.

Para a cenoura, a situação também é preocupante. Pesquisadores do Cepea destacam que a região de Caxias do Sul (RS) está enfrentando sérios problemas com as inundações. Embora seja cedo para quantificar as perdas, a expectativa é que o excesso de água cause uma lacuna na oferta, prejudicando a retomada das áreas afetadas.

No setor de frutas, as chuvas impactaram a colheita da maçã fuji, atrasando as atividades e aumentando a incidência de doenças nos pomares. Além disso, a logística de transporte foi fortemente afetada, com estradas bloqueadas, dificultando o envio das maçãs para outras regiões do país.

O Cepea, conhecido por seu trabalho de monitoramento e análise do agronegócio no Rio Grande do Sul, expressa sua solidariedade com os produtores rurais que estão enfrentando esse momento de crise climática. A organização também se solidariza com a sociedade gaúcha como um todo, reconhecendo as perdas significativas tanto em termos de renda e patrimônio quanto, mais tragicamente, em vidas humanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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