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Prefeito propõe redução do horário de funcionamento dos serviços não essenciais

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Essa e outras sugestões foram debatidas nesta manhã juntamente com Prefeitura de Várzea Grande e Governo do Estado –

Assessoria –

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro apresentou as novas propostas de medidas de enfrentamento à proliferação do novo coronavírus, causador da Covid-19.

Entre as medidas apresentadas, que somente serão definidas de forma coletiva, estão o fechamento de bares e restaurantes mais cedo, às 20h; funcionamento das 11h às 15h nos restaurantes que abrem para almoço; shopping centers abertos das 11h às 18h; rodízio de veículos; trabalho remoto para todos os servidores públicos municipais, estaduais e federais; retomada da redução da frota de ônibus para 30%, ou seja, apenas para quem trabalha nos serviços essenciais e ampliação do toque de recolher, que passaria a começar às 20h e indo até às 5h.

Tais medidas foram levadas para debate com a Prefeitura de Várzea Grande e o Governo do Estado, nesta segunda-feira (22), como ficou acordado na sexta-feira passada (19), durante audiência de conciliação na Vara Estadual Especializada em Saúde, no Fórum de Várzea Grande.

Conforme o prefeito da Capital, essas medidas já seriam debatidas pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19 na terça-feira (23). “Já tenho a minuta do decreto que nós pretendíamos apresentar terça ou quarta-feira. Veio a ação do Ministério Público Estadual, então, nós estamos antecipando já algumas medidas que pretendemos tomar. Eu vou acabar de selar essas principais medidas pra poder baixar o decreto”, afirmou antes da reunião com os demais poderes.

Emanuel Pinheiro destaca que a prioridade agora é “garantir o trabalho, o emprego mesmo que em horário reduzido, mas com todas as medidas de biossegurança e de distanciamento social”. Para o gestor, isso é fundamental para que as pessoas tenham renda e possam comprar os produtos de higiene pessoal necessários à prevenção de contaminação pelo coronavírus, para se alimentarem e terem “o mínimo de segurança e dignidade, inclusive para enfrentar a pandemia no núcleo familiar”.

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